Falando do tempo antes de Sua vinda, Jesus perguntou: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc 18:8). Evidentemente, a fé estará em falta nos últimos dias.
Como podemos definir a fé bíblica? Fé é acreditar que Deus nos dará tudo o que queremos? A fé está centralizada em nossos desejos? Fé significa pedir a Deus aquilo que desejamos e acreditar que receberemos, se apenas acreditarmos o suficiente?
Devemos saber as respostas para essas perguntas retóricas, não é mesmo?
A verdadeira fé está sempre focalizada na vontade de Deus, não em nossos desejos. É confiar em Deus, acreditando em Suas promessas, e agindo de acordo com Sua Palavra. Nossa fé cresce quando ouvimos a Palavra de Deus e a pomos em prática (Rm 10:17; Tg 2:17, 18).
Abrir a mente aos ensinamentos da Palavra de Deus edifica a fé.
Fazer o que Deus diz, mesmo que isso seja contrário aos nossos desejos pessoais, prepara-nos para receber a plenitude do poder do Espírito Santo.
Nossa experiência espiritual é reavivada quando aceitamos e reivindicamos a Palavra de Deus pela fé. Alcançamos pouco benefício ao lermos a Bíblia apressadamente, por obrigação ou dever. Somos transformados quando interiorizamos o que lemos, e permitimos que os ensinamentos da Bíblia moldem nossos pensamentos e nossa vida.
A fé não cresce apenas ao lermos ou ouvirmos a Palavra de Deus. Ela surge quando reivindicamos Suas promessas como sendo nossas e quando cremos que o que Ele disse se aplica a nós, pessoalmente. Deus deu a cada um de nós uma medida de fé. Ela é um dos dons do Céu (Rm 12:3). Quando exercitamos a fé que Ele já colocou em nosso coração, essa não pode deixar de crescer. Amém!
Lição da Escola Sabatina, 17 de julho de 2013.
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