O ser humano considera-se o “animal” mais desenvolvido da Terra:
tantos feitos como sua tecnologia e seu avanço intelectual conseguem quebrar
barreiras diariamente. Contudo, seu método de convívio em uma sociedade
considerada globalizada é muito atrasado: o individualismo ainda sobrepõe-se no
modo como age, “os fins ainda justificam os meios” e disseminam a violência e
desavença entre irmãos.
Parte da culpa desse instinto bélico entre iguais provém
muitas vezes da ignorância: a falta de diálogo para promover o consenso já
causou muitas mortes por um assunto que ao invés de discórdia deveria levar à
paz, como é o caso da religião. Milhares são mortos anualmente por um
interminável fanatismo religioso.
A constante busca pelo poder leva os homens à perca da
racionalidade, fazendo com que nações inteiras se embatam por uma causa de
poucos. A dor e o sofrimento são logo cicatrizados; a rivalidade, porém, ficará
viva por muito tempo expondo a fragilidade da relação social.
A humanidade já conseguiu quebrar muitas barreiras, no
entanto, ainda se limita a viver cercada de fronteiras. A evolução a partir de
agora deverá ser conquistada exclusivamente com a união global em prol do
próprio homem, criando maneiras de se relacionar melhor com o próximo e com
todo o meio onde vive gerando assim qualidade de vida.

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